Eleições na <i>Autoeuropa</i>
A administração «procura impor o domínio ideológico e simbólico», mas «cada vez mais, um número significativo de trabalhadores não se deixa envolver nesta teia» - comentou a célula do PCP na Autoeuropa, a propósito dos resultados das eleições de 27 de Março, para a Comissão de Trabalhadores.
Num comunicado que divulgou anteontem, a célula comunista «congratula-se com os resultados obtidos pela lista unitária, a qual tem vindo a aumentar de uma forma significativa a sua votação». Notando que, em comparação com as anteriores eleições, a lista unitária foi a única que teve um aumento percentual (mais 7,7 por cento), recorda-se a evolução do número de votos obtidos: 183, em 2004; 321, em 2006; e 549, em 2008 (uma subida de 228 votos, desde há dois anos).
A célula declara que «continuará a desenvolver um trabalho sério e determinado na defesa dos direitos dos trabalhadores e prosseguirá a batalha ideológica, combatendo a estratégia e os objectivos da administração», que procura impor «uma "realidade mítica", em que não existem exploradores nem explorados» e os trabalhadores são designados «colaboradores». Sucede que, como a lista unitária denunciou, «o aumento de produção, em 2007, foi de 14,4 por cento, os lucros do grupo Volkswagen aumentaram 40,3 por cento, e os trabalhadores perderam direitos e viram o seu poder de compra reduzido».
De 3028 inscritos, votaram 1925 (64 por cento): 1057 na Lista A (55 por cento e sete eleitos), 549 na Lista B, unitária (29 por cento e três eleitos) e 159 na Lista C (oito por cento e um eleito); registaram-se 95 votos em branco e 65 votos nulos.
Num comunicado que divulgou anteontem, a célula comunista «congratula-se com os resultados obtidos pela lista unitária, a qual tem vindo a aumentar de uma forma significativa a sua votação». Notando que, em comparação com as anteriores eleições, a lista unitária foi a única que teve um aumento percentual (mais 7,7 por cento), recorda-se a evolução do número de votos obtidos: 183, em 2004; 321, em 2006; e 549, em 2008 (uma subida de 228 votos, desde há dois anos).
A célula declara que «continuará a desenvolver um trabalho sério e determinado na defesa dos direitos dos trabalhadores e prosseguirá a batalha ideológica, combatendo a estratégia e os objectivos da administração», que procura impor «uma "realidade mítica", em que não existem exploradores nem explorados» e os trabalhadores são designados «colaboradores». Sucede que, como a lista unitária denunciou, «o aumento de produção, em 2007, foi de 14,4 por cento, os lucros do grupo Volkswagen aumentaram 40,3 por cento, e os trabalhadores perderam direitos e viram o seu poder de compra reduzido».
De 3028 inscritos, votaram 1925 (64 por cento): 1057 na Lista A (55 por cento e sete eleitos), 549 na Lista B, unitária (29 por cento e três eleitos) e 159 na Lista C (oito por cento e um eleito); registaram-se 95 votos em branco e 65 votos nulos.